quinta-feira, 30 de outubro de 2008

General Loureiro dos Santos alerta para desespero de militares

In "PUBLICO.PT":

O antigo chefe do Estado-Maior do Exército general Loureiro dos Santos defendeu hoje que é o primeiro-ministro que tem “a responsabilidade primária” de atender aos problemas e reivindicações feitas pelas associações militares ao longo dos últimos anos.
“Eu julgo que a solução deste problema passa pelas principais figuras do Estado, pelo primeiro-ministro e pelo Presidente da República – como comandante supremo das Forças Armadas –, mas especialmente pelo primeiro-ministro, que é o chefe do Governo e é aquele que tem a responsabilidade primária de atender a estes problemas”, disse à Lusa Loureiro dos Santos.
Para Loureiro dos Santos, “as questões essenciais – o sistema remuneratório, o pagamento de pensões e a questão do apoio de saúde [aos militares] – não têm sido resolvidas” pelo Governo de José Sócrates.
“Penso que o primeiro-ministro estará preocupado com isto, pretende resolver este problema ou pretende minorar as situações inconvenientes que existem, mas convém que não fique para as calendas, a verdade é que isto já se anda a dizer há muito tempo e em termos concretos não tem sido nada praticamente feito”, afirmou o ex-chefe de Estado-Maior do Exército.
Risco de atitudes irreflectidas dos jovens
Questionado sobre os “cortes” na Assistência na Doença aos Militares (ADM), uma das principais reivindicações associativas, Loureiro dos Santos defendeu que “não é só isso”. “De acordo com essa equivalência [entre administração pública e profissão militar], nos escalões correspondentes, os militares deveriam auferir as mesmas remunerações e não auferem, pelo contrário! Por exemplo, os magistrados estão a ganhar o dobro do que ganham os militares”, explicou.
“O Governo é que é o representante sindical da instituição militar e, por conseguinte, tem de velar pela justiça (...), não pode deixar crescer este fosso, esta distância, que vai criar uma sensação de injustiça enorme”,
Segundo o general, esta conjuntura de “injustiça” pode levar a atitudes mais “irreflectidas” por parte de militares mais jovens, um alerta que já tinha deixado hoje de manhã à TSF.
“Penso que está fora de questão qualquer coisa organizada, mas [podem surgir] actos um pouco irreflectidos que normalmente as pessoas mais novas são levadas a praticar, não têm a prudência, nem a experiência, nem as precauções dos mais velhos”, concluiu.
Artigo no PÚBLICO
No último sábado, num artigo no PÚBLICO, Loureiro dos Santos estabeleceu um paralelo entre os actuais “sinais preocupantes” que se vivem no meio militar e o 25 de Novembro de 1975.
“[Presidente da República e primeiro-ministro] leiam com atenção os sinais que saem da instituição e ajam, sem demora, em conformidade”, lê-se no artigo, intitulado “Instituição militar: sinais preocupantes”.
“Convém não nos julgarmos blindados contra situações desagradáveis que possam vir a surgir, nem que insistamos em pensar que ‘acontecimentos (funestos) do passado não voltam a acontecer’”, acrescenta, no seu texto, o general.

Ver: http://caldeiraodebolsa.jornaldenegocios.pt/viewtopic.php?t=65711&postdays=0&postorder=asc&start=0

e http://caldeiraodebolsa.jornaldenegocios.pt/viewtopic.php?t=65711&postdays=0&postorder=asc&start=50

e http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1348166&idCanal=12

e http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1348106

e http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1348084

e http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1348075

e http://mpmendespt.blogspot.com/2008/10/preciso-criar-mecanismos-para-resolver.html

e http://www.ans.pt/

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Actualização 31-10-2008:

Chefe do Estado-Maior General admite problemas das Forças Armadas (CEMGFA)

Ser Militar hoje em dia é de facto desprestigiante, e não é de agora, já se tem vindo a agravar há alguns anos (décadas)!

Actualização 02-11-2008:

Figuras como o general Eduardo Silvestre, o coronel Vasco Lourenço ou o tenente-coronel Brandão Ferreira foram cáusticos com os chefes militares dos últimos anos. Sanches Osório, antigo deputado do CDS, defendeu mesmo a criação de um sindicato - algo que, disse, considerava "[ser] absurdo" há alguns anos, referiram as fontes.
"Os chefes não fazem sentir à tutela a razão dos seus homens", "a hierarquia é responsável pelo bem-estar" dos efectivos e "não cumprem as suas responsabilidades para com os subordinados", as chefias "têm preferido ser 'comissários políticos'" em vez de se assumirem como sindicalistas junto do poder político, foram algumas dos comentários feitos, segundo diferentes fontes.
No geral, "foi expressa uma série de opiniões, nem sempre coincidentes, mas a apontar na mesma direcção: os órgãos de soberania e os chefes não devem deixar alastrar" a tensão existente nas fileiras, sublinhou um dos participantes num jantar que acabou depois da meia-noite e em cujo lugar de honra esteve o general Loureiro dos Santos - a quem muitos dos presentes foram declarar o seu apoio pelas declarações que agitaram os universos político e mediático.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Constipações e Gripes

In "BBC":

Descubra como se percebe a diferença entre a gripe e uma constipação, incluindo as melhores formas de ajudar o seu filho a recuperar o mais rapidamente possível.

O que são?
O resfriado comum (Constipação) e gripe (influenza) são infecções muito comuns do tracto respiratório superior (nariz, garganta, ouvidos e fossas nasais).


 Qual é a sua causa?
As Constipações e gripe são causadas por vírus.  As infecções são contagiosas, transmitidas por contacto manual e por gotículas minúsculas.
Há centenas de tipos diferentes de vírus que podem causar uma constipação, o que explica o motivo pelo qual as crianças apanham constipações repetidas.
  O vírus da gripe está constantemente a mudar a sua estrutura, por isso aparecem novas estirpes cada ano. 
A gripe é causada pelo vírus influenza.  Existem três grandes tipos: A (muitas vezes a causa de epidemias de gripe), B e C.
Nós não temos imunidade para as novas estirpes, pelo que se pode apanhar gripe repetidamente.


 Quem é afectado?
Qualquer um pode apanhar uma constipação ou gripe.  É nos meses de Inverno que surgem mais constipações, não só por causa do estado do tempo, mas porque o aquecimento central seca a mucosa nasal que normalmente está húmida – uma defesa importante contra a invasão do vírus.
No entanto, você pode-se apanhar uma constipação, em qualquer época do ano, um determinado tipo de vírus surge no verão.  (A gripe raramente ocorre fora dos meses de Novembro a Fevereiro, no Reino Unido.)


 Quais são os sintomas?
A constipação causa corrimento nasal, espirros, dor de garganta, tosse, febre e cansaço leve, com duração de dois a quatro dias.
A gripe é mais severa com febre alta (normalmente 39 º C ou acima), arrepios, dores de cabeça, dores musculares intensas, cansaço, perda de apetite, tosse e, por vezes, o nariz entupido e garganta inflamada.  Ela pode durar uma semana ou mais, e as possíveis complicações incluem pneumonia.

 
 Como são tratadas Constipações e gripes?
A maioria das constipações não duram muito e não carecem de tratamento específico, com excepção de analgésicos e medidas simples, como descongestionantes ou vaporizadores.  Os antibióticos não oferecem nenhum benefício.  Os suplementos de Zinco podem ajudar a resolver uma constipação mais rapidamente.
Às crianças com gripe podem ser administrados tratamentos semelhantes, com muito descanso, medicamentos para fazer descer a febre e abundância de líquidos para evitar a desidratação.  Baixar a temperatura no quarto também pode ser útil quando alguém está com febre.  Os tratamentos Anti-virais específicos para a gripe estão agora disponíveis, mas geralmente estes são fornecidos apenas para aqueles com alto risco de complicações da gripe.


Mais ajuda
Se estiver preocupado com a saúde do seu filho, consulte o seu médico.  Às crianças com risco elevado de complicações da gripe é recomendada a vacina contra gripe em cada ano.  Que precisa de ser feito em cada Outono.

Ver: Tratamento da Constipação

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Actualização 1-10-2008:

O vírus da gripe está na porta do frigorífico:

COMO EVITAR O CONTÁGIO?

  • Vacine-se contra a gripe, preferencialmente em Outubro/Novembro. Atenção: as pessoas com alergia grave ao ovo ou que tenham tido uma reacção alérgica grave a uma dose anterior da vacina, não devem tomá-la. Consulte o seu médico.
  • Evite o contacto com pessoas doentes. O período de contágio começa uma a dois dias antes do início dos sintomas e vai até sete dias depois, sendo que nas crianças pode ser maior.
  • Lave as mãos frequentemente. O vírus é transmitido através de partículas de saliva de uma pessoa infectada, expelidas sobretudo através da tosse e dos espirros, mas também por contacto directo, por exemplo, através das mãos.

Para mais informações contacte a linha de aconselhamento Saúde24 através do número 808 24 24 24.

domingo, 26 de outubro de 2008

sábado, 25 de outubro de 2008

Dieta Mediterrânica

Dieta mediterrânica como património da humanidade:

Um grupo de peritos de Espanha e Itália defendeu esta semana, no Parlamento Europeu, em Bruxelas, que a dieta mediterrânica deve ser considerada Património Cultural da Humanidade.
Durante uma audiência pública, o director do Instituto Agronómico Mediterrâneo de Bari (Itália), Cosimo Lacirignola, explicou «a importância cultural numa dieta que ao longo dos séculos tem enriquecido o seu legado, mantendo a originalidade».

piramidealimentar Na década de 90 constatou-se que a população da bacia do mediterrâneo tinha uma incidência de doenças cardiovasculares, doenças degenerativas e cancro significativamente inferior à dos habitantes dos restantes paísesdesenvolvidos. De entre todos os países mediterrânicos era na ilha de Creta que a população apresentava os melhores indicadores de saúde.

O facto chamou a atenção dos investigadores.

Veio a demonstrar-se que o factor determinante para esta menor incidência de doenças crónicas e degenerativas era a alimentação tradicional da bacia do Mediterrâneo com especial destaque para a Ilha de Creta.

Os estudos sucederam-se e, neste momento, a alimentação mediterrânica é considerada o regime alimentar mais eficaz para a optimização do estado de saúde e prevenção das doenças cardiovasculares e degenerativas de uma forma geral.

A Dieta Mediterrânica e a alimentação portuguesa:

A alimentação tradicional Portuguesa, com especial destaque para o sul do nosso país, insere-se dentro das características da saudável Dieta Mediterrânica.
Caracteriza-a a abundante utilização de azeite e ervas aromáticas, o consumo de nozes e amêndoas e avelãs, as frutas secas e frescas a par de muitas saladas e pratos de legumes cozinhados que acompanham, com frequência, peixe e mariscos.

Dieta mediterrânica: características a preservar

A dieta mediterrânica contém uma quantidade importante de antioxidantes, nomeadamente vitaminas E e C.

Os produtos agrícolas da dieta mediterrânica são indispensáveis. Regulam o funcionamento do intestino e são bons fornecedores de vitamina C.
Nove características comuns nas dietas dos países mediterrânicos que pode e deve preservar:

Ver: http://www.alimentacaosaudavel.org/Artigo-dieta-mediterranica.html

e http://dieta-mediterranica.blogspot.com/

e http://www.gastroalgarve.com/dieta/expresso1.htm

e http://www.gastroalgarve.com/dieta/expresso2.htm

e http://www.gastroalgarve.com/dieta/expresso3.htm

e http://www.vivasaudavel.eu/gca/index.php?id=266

e http://www.vivasaudavel.eu/gca/index.php?id=271

e http://vivasaudavel.eu/gca/index.php?id=273

e http://medicinageral.wordpress.com/category/dieta-mediterranica/

e http://www.clinicaharmonia.pt/2dieta.htm

e http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=21729&op=all

domingo, 19 de outubro de 2008

"É preciso criar mecanismos para resolver tensões entre militares e políticos"

In "Expresso":

A criação de um provedor militar, uma figura existente em países como o Canadá, Alemanha, Holanda e alguns países nórdicos, poderia ser a solução para esbater o "clima confrontacional" que se vive entre políticos e militares em Portugal.

A ideia é da socióloga Helena Carreiras, especialista em termas militares, que numa entrevista ao Expresso alerta para a necessidade urgente de criar mecanismos em Portugal que "canalizem e resolvam tensões", criando assim um ambiente mais cooperativo para resolver os problemas.

Este sábado, os militares voltam à rua pela enésima vez nos últimos anos, para protestar contra o que consideram ser a degradação acelerada das suas condições de vida e de trabalho.

A socióloga considera que as manifestações militares são "sinais importantes de que a situação é séria e não deveriam cair em saco roto". E adverte: "Não há nenhuma instituição que consiga levar a cabo as suas missões, se sistematicamente desvalorizar os sentimentos, reivindicações e dificuldades expressas pelos seus membros".

Ver:  Entrevista a Helena Carreiras

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

A política em Portugal

In "Jornal de Negócios":

A política, tal como é exercida em Portugal, abandonou a ideia de espírito de missão, e tornou-se num generosíssimo meio de se governar a vidinha.

A prática política está inteiramente subordinada à economia, e os grandes interesses desenvolveram, potencialmente, uma espécie particular de niilismo cujos resultados, já de si inquietantes, serão, inevitavelmente, e a curto prazo, fatais.

A crise actual do capitalismo (que sempre soube renovar-se e renascer das aparentes cinzas) faz parte do sistema que criou. Não há, ainda, a "unidade perdida" porque o capitalismo reencontra-se permanentemente. Porém, os mais lúcidos economistas, e os grandes comentadores políticos são unânimes em considerar que, entre separação e comunhão, digamos assim, os problemas vão agravar-se, até níveis inimagináveis. Fala-se, inclusive, numa crise mais atroz do que a de 1929. As convulsões sociais aproximam-se. A hegemonia norte-americana sofre sobressaltos. E os recentes acontecimentos no Cáucaso, com a Rússia a demonstrar a eficácia das suas armas e as astúcias da sua geopolítica, permite estabelecer a consciência dos perigos que nos rondam. Creio que a reabilitação do Estado, como autoridade e relação social, vai estar na ordem do dia.

Artigo completo em: http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS_OPINION&id=330986

"Think Tank"

"Think Tanks"  são organizações de investigação e análise orientadas para a produção de politicas publicas e aconselhamento em matérias de relevância domestica e internacional, permitindo a políticos, como ao publico em geral, assumir decisões informadas relativamente a assuntos politicas publicas.

“No sentido próprio do termo” não se conhece qualquer “Think Tank” em Portugal; O organismo que por cá mais se aproxima de um “Think Tank” é a SEDES.

“ Sendo Portugal um país pequeno, a melhor forma de se obter o que se quer é entrar destemidamente pela porta do gabinete do ministro, o qual é sempre amigo, primo ou colega de alguém que se conhece” diz Maria Filomena Mónica, socióloga do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.

O Secretário geral da SEDES, Luís Barata, diz que “não existem verdadeiros ‘Think Tanks’ em Portugal, mas sim movimentos de reflexão”.

 

Referencias:   Expresso de 13-09-2008

e http://pt.wikipedia.org/wiki/Think_tank

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Portela, uma Aldeia da freguesia de Fontes, conselho de Abrantes

Esta Aldeia da freguesia de Fontes, pertencia à freguesia do Souto (Conselho de Abrantes) antes desta ter sido dividida. A Barragem de Castelo de Bode separa a freguesia do concelho de Tomar… E sobre o Rio Zêzere, também não me posso esquecer das histórias que a minha mãe me contava de como era a vida antes da construção da Barragem de Castelo de bode… (recordar é viver).

Portela...é a aldeia que me viu nascer e crescer, nela fui uma criança feliz e também adolescente. Ainda hoje é o local preferido para passar ferias. E viver… Aqui consigo descontrair…


Ver mapa maior

E agora as fotos:  (Agosto de 2008)

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HPIM3066 HPIM3068
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HPIM3236 HPIM3237
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HPIM3222 HPIM3234
HPIM3144 HPIM3182
HPIM3358  

sábado, 7 de junho de 2008

Fotos de índios isolados na Amazónia brasileira divulgadas pela primeira vez

In "RTP Notícias":

Brasília, 30 Mai (Lusa) - Os principais jornais brasileiros trazem hoje na sua primeira capa uma fotografia de indígenas que vivem isolados no coração da região amazónica, no estado do Acre, próximo da fronteira com o Peru.

A assessoria de comunicação da Fundação Nacional do Índio (Funai) disse hoje à Lusa que os media brasileiros "finalmente estão a dar mais atenção às questões indígenas" do país.

Esta é a primeira vez que a Funai divulga fotos de tribos isoladas, o que coincide com o actual debate da questão indígena no Brasil, focada nomeadamente na polémica em torno da reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, que será analisada em Agosto pelo Supremo Tribunal Federal.

A intenção da Funai ao divulgar as fotos é uma forma de sensibilizar a sociedade sobre a necessidade de esses povos viverem de acordo com sua cultura e dentro dos territórios de origem.

"Nessa região existem quatro povos isolados distintos que acompanhamos há 20 anos", explicou José Carlos Meirelles Júnior, coordenador da Frente de Protecção Etno-Ambiental Rio Envira da Funai.

A política da Funai determina que se deve monitorar mas não estabelecer contacto com esses povos, de etnia ainda por definida.

De acordo com a entidade, um possível contacto só seria feito no caso de estes povos estarem ameaçados, sendo que a prioridade agora é conter as invasões e permitir a total autonomia dos índios isolados.

Segundo a Funai, o grupo fotografado vive em seis malocas (casas comunitárias) e possui grande área agrícola, onde planta mandioca, batata e banana.

Os guerreiros fotografados têm aparência forte e sadia.

Próximo da margem direita do rio denominado Envira foram encontradas também outras malocas, confirmando a presença de outros povos isolados.

As imagens dos indígenas foram feitas entre os dias 28 de Abril e 02 de Maio, durante 20 horas de sobrevoo nas Terras Indígenas Alto Tarauacá e Kampa Isolados do Rio Envira, já demarcadas e homologadas, e na Terra Indígena Riozinho do Alto Envira, que está em processo de regularização, na Amazónia.

Há dois anos, um diagnóstico elaborado pela Funai identificou a existência de 68 grupos indígenas isolados no Brasil, sendo 67 localizados na Amazónia - estados do Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondónia e Roraima - e um em Goiás.

Ver: http://www.reuters.com/article/newsOne/idUSN2938303320080530 :

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quarta-feira, 28 de maio de 2008

U.S. Schools: Not That Bad

America's educational system is easier than those in China and India—but it's still teaching valuable life lessons

In "BusinessWeek":

Students have 2 million minutes—the time from the beginning of eighth grade to high school graduation—to build the intellectual foundation they'll need for professional success. That's the premise of a new documentary, Two Million Minutes, that's making waves in education and political circles.

The film tracks six students—two each in the U.S., India, and China—during their senior year of high school. The Indian and Chinese students work diligently on math and science, while the American students work hard but appear less focused and leave plenty of time for video games and social lives. The message is that because of our education system, we're getting left behind.

Two Million Minutes provides a provocative glimpse of the global competition now facing U.S. students. And the conclusion many are drawing is that to keep our edge, our children need to study more math and science and work harder. It is true that the U.S. education system should be improved; that's essential for economic success.

But the solution isn't for us to become just like our new competitors. We need to do what we do better.

Years Ahead and Miles Apart

The documentary was produced by Bob Compton, a venture capitalist. Compton says that an increasing number of companies in his portfolio are moving research and development to India and China. To understand why, he traveled to India and visited their schools. He was stunned by the career aspirations of children as young as 5 and the advanced education that middle and high school students were receiving. Indian students in the same grade as his teenage daughters were two or three years ahead in math, physics, biology, and even subjects like world history and English literature. He left India wondering how his daughters, and American children in general, would be able to compete in the 21st century.

Two Million Minutes is the fruit of that wondering. One of the two U.S. students depicted is Brittany Brechbuhl, 17, who's in the top 3% of the graduating class of a highly ranked school in Carmel, Ind. She dreams of becoming a doctor but also wants to enjoy life. Neil Ahrendt, 18, is senior class president at Carmel and a National Merit semifinalist. But he isn't sure what career he wants to pursue.

The American students are compared with 17-year-olds Apoorva Uppala and Rohit Sridharan from Bangalore and Hu Xiaoyuan and Jin Ruizhang from Shanghai. All four know exactly what they want to be when they grow up. They labor on weekdays and weekends to prepare for entrance exams at top universities. They excel in math and science. Jin even competes in international math tournaments.

The film depicts the Indian and Chinese students as well-rounded and having much more parental support than the Americans. For example, Rohit sings in an American-style rock band, and Hu is learning the violin. Rohit's parents and sister routinely help him with his physics homework, and Hu's parents hired one of China's most prominent violinists to encourage their daughter to study music.

On the other hand, Neil talks about having coasted through most of his high school years and having lucked out by gaining a full scholarship to college. The former high school football team captain works part-time at a restaurant. Brittany watches Grey's Anatomy on TV while studying math and looks forward to joining a sorority and partying in college. Both are at the top of their classes, but they lack the ambition and focus of their Indian and Chinese counterparts.

Social Skills Can Pay Off

Being the parent of two American kids and having studied for a short time in India, I can personally relate to the documentary. (I also am interviewed in it.) Education in India can be greatly challenging and fiercely competitive. Children are brought up to believe that education is everything. It will make the difference between success and starvation. So from their early years, Indian children work long and hard. Most of their childhood is spent memorizing books on advanced subjects.

On the other hand, Neil and Brittany reminded me very much of my children. Life is a lot easier here.

But things aren't as dire for U.S. students as they might appear in the documentary. As an academic, I have been researching engineering education and have taught many graduates of Indian, Chinese, and American universities. It can take longer for Indians and Chinese to develop crucial real-world skills that come more easily for some Americans. Yes, U.S. teens work part-time, socialize, and party. But the independence and social skills they develop give them a big advantage when they join the workforce. They learn to experiment, challenge norms, and take risks.

A Push for Improvement

The graduates of top Indian and Chinese engineering schools are usually brilliant. They are adept at math and science. Some Indian and Chinese parents invest their life savings to send their children to America because they know the education they receive there will best prepare them to be successful entrepreneurs and business leaders.

But the reality is that the vast majority of India and China's children don't receive quality schooling or make it to college. I estimate that Apoorva and Rohit represent at best 5% of the children in India.

Compton says his documentary doesn't prescribe solutions. But he hired math and science tutors for his daughters, even though they were at the top of their class at a premier private school. And this documentary has become a key part of a campaign, ED in '08, sponsored by backers such as Microsoft (MSFT) Chairman Bill Gates. They advocate a greater emphasis on math and science education and more study time.

There is no doubt that U.S. education can and should be improved. In the global economy, skills are going to provide the competitive edge. But it will take more than math and science. Our children also need to learn geography, literature, language, and culture. Creativity and innovation come from a broad education and independent thinking. We need sociologists and historians as well as mathematicians.

Moreover, we need to create the excitement and demand that makes our children want to become engineers and scientists (BusinessWeek.com, 10/26/07). There is no shortage of these skills in the U.S., but these professions just aren't cool. In India and China, engineers and scientists are regarded highly; here they are called nerds or worse.

Upgrading the Current Workforce

We also need to focus on the 120 million in the existing workforce. That is where the entrepreneurs come from (BusinessWeek.com, 4/30/08), and these are the people whose skills need to be upgraded most urgently. We've got to make them more competitive; we simply can't wait for the next generation.

And even though so few Indians and Chinese receive a high-quality education now, that will change with the emergence of a middle class in both nations. India's middle class now constitutes 350 million people—more than the entire population of the U.S. Both India and China are making massive investments in education. If India can become a technology superpower by providing good education to less than 5% of its population, what will happen when they reach 50%?

Bottom line: Our competitors are working very hard to be innovative and entrepreneurial like us. There are many things we need to fix—not just math and science education. We need to compete on our strengths, not theirs.

Vivek Wadhwa, a former tech entrepreneur, is the Wertheim Fellow at the Harvard Law School and an executive-in-residence at Duke University. He writes a column on policy issues affecting entrepreneurs every month.

sábado, 10 de maio de 2008

domingo, 4 de maio de 2008

Exercise Your Brain, or Else You’ll ... Uh ...

In "New York Times":

SAN FRANCISCO — When David Bunnell, a magazine publisher who lives in Berkeley, Calif., went to a FedEx store to send a package a few years ago, he suddenly drew a blank as he was filling out the forms.

“I couldn’t remember my address,” said Mr. Bunnell, 60, with a measure of horror in his voice. “I knew where I lived, and I knew how to get there, but I didn’t know what the address was.”

Mr. Bunnell is among tens of millions of baby boomers who are encountering the signs, by turns amusing and disconcerting, that accompany the decline of the brain’s acuity: a good friend’s name suddenly vanishing from memory; a frantic search for eyeglasses only to find them atop the head; milk taken from the refrigerator then put away in a cupboard.

“It’s probably one of the most frightening aspects of the changes we undergo as we age,” said Nancy Ceridwyn, director of educational initiatives at the American Society on Aging. “Our memories are who we are. And if we lose our memories we lose that groundedness of who we are.”

At the same time, boomers are seizing on a mounting body of evidence that suggests that brains contain more plasticity than previously thought, and many people are taking matters into their own hands, doing brain fitness exercises with the same intensity with which they attack a treadmill.

Decaying brains, or the fear thereof, have inspired a mini-industry of brain health products — not just supplements like coenzyme Q10, ginseng and bacopa, but computer-based fitter-brain products as well.

Nintendo’s $19.99 Brain Age 2, a popular video game of simple math and memory exercises, is one. Posit Science’s $395 computer-based “cognitive behavioral training” exercises are another. MindFit, a $149 software-based program, combines cognitive assessment of more than a dozen different skills with a personalized training regimen based on that assessment. And for about $10 a month, worried boomers can subscribe to Web sites like Lumosity.com and Happy-Neuron.com, which offer a variety of cognitive training exercises.

Alvaro Fernandez, whose brain fitness and consulting company, SharpBrains, has a Web site focused on brain fitness research. He estimates that in 2007 the market in the United States for so-called neurosoftware was $225 million.

Mr. Fernandez pointed out that compared with, say, the physical fitness industry, which brings in $16 billion a year in health club memberships alone, the brain fitness software industry is still in its infancy. Yet it is growing at a 50 percent annual rate, he said, and he expects it to reach $2 billion by 2015.

From Hula Hoops to Corian countertops, marketers have done very well over the six decades guessing the desires of the generation born after World War II. Now they are making money on that generation’s fears, and it is not just computerized flash card makers with the money-making ideas. Doctors and geneticists have also tapped into the market.

Boomers believe they have ample reason to worry. There is no definitive laboratory test to detect Alzheimer’s disease. Doctors rely on symptoms to make the diagnosis, and most think that by the time symptoms show up the brain damage is already extensive.

By 2050, according to the Alzheimer’s Association, 11 million to 16 million Americans will have the disease.

“Most people when they turn 50 begin to look at forgetfulness with more seriousness,” said Dr. Gene Cohen, the director of the Center for Aging, Health and Humanities at George Washington University.

“When you misplace your keys when you’re 25, you don’t pay any attention to it,” he said. “But when you do the identical thing at 50 or older, you raise an eyebrow.”

Lisa C., 47, a clinical psychologist in the San Francisco Bay area, who preferred not to disclose her last name for fear that friends and colleagues would question her mental faculties, misplaced her cellphone one day a few years ago.

She called it from her home phone but heard nothing. Finally, while making dinner a few hours later, she found it — in the freezer.

She was so unnerved, not just by that but also by the poor results of a subsequent mental status test, that she had an MRI done on her brain. The diagnosis: perfectly normal. Dr. Cohen said people can also overreact, attributing absent-minded actions to failing brains, when it is actually simple distractibility that is to blame.

Nancy Cutler, 51, a publication designer in Piedmont, Calif., grew worried about her brain a few years ago when she drove her car to work one day, then, forgetting she had done so, took the bus home.

“It was pretty embarrassing to have my kid call me and say, ‘what do you mean you’re on the bus?’ ”

Ms. Cutler reminded herself that she was preparing for her son’s bar mitzvah, going through a stressful period and was very distracted. But she was concerned enough to report the incident to her physician, and ask if there were certain supplements she should be taking. The doctor told her to take up activities that challenged her mind. (Ms. Cutler said she had not done anything yet, because it is “a real time commitment.”)

Dr. Cohen, who recently conducted a study of people born from 1946 to 1955, the first half of the baby boom, said he was struck by the number of respondents who believe they can do things on their own to enhance the vitality of their brains.

“There is a gradual growing awareness that challenging your brain can have positive effects," Dr. Cohen said. He said the plasticity of the brain is directly related to the production of new dendrites, the branched, tree-like neural projections that carry electrical signals through the brain “Every time you challenge your brain it will actually modify the brain,” he said. “We can indeed form new brain cells, despite a century of being told it’s impossible.”

In pursuit of his own dendritic growth, Dr. Cohen plans to take up the piano again after years of not playing. He is also sketching out a science-fiction novel he hopes to write.

Dr. Cohen says that although he understands the fear of Alzheimer’s, many people are unduly anxious about it.

“The bottom line question to ask is, Is your forgetfulness fundamentally interfering with how you function?” said Dr. Cohen. “If it doesn’t fundamentally mess up your work or social life, it’s among the normal variants.”

Relief — or heightened anxiety — can come with a better sense of one’s genetic risk. Start-ups like Navigenics, 23andMe and deCODE genetics are charging around $1,000 to test an individual’s DNA for various risk factors, including Alzheimer’s.

Mr. Bunnell, whose magazine, Eldr, is aimed at aging boomers, took the 23andMe test and learned that his genetic risk is below average. Still, Mr. Bunnell is not sure he trusts the report, as one of his grandparents had dementia, and his mother may have had Alzheimer’s although no diagnosis was made.

To keep such moments as his FedEx embarrassment to a minimum, Mr. Bunnell now does regular brain calisthenics, largely avoiding expensive software in favor of simpler solutions. He works at memorizing the numbers that swirl around his daily life — credit cards, PINs and phone numbers — and devises mnemonics for remembering people’s names. “Smart people find new ways to exercise their brains that don’t involve buying software or taking expensive workshops," he said.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Os benefícios do Alho!

In "New York Times":

Unlocking the Benefits of Garlic

cloves of garlic  What makes garlic good for you? (Chris Ramirez for The New York Times)

Garlic has long been touted as a health booster, but it’s never been clear why the herb might be good for you. Now new research is beginning to unlock the secrets of the odoriferous bulb.

In a study published today in the Proceedings of the National Academy of Sciences, researchers show that eating garlic appears to boost our natural supply of hydrogen sulfide. Hydrogen sulfide is actually poisonous at high concentrations — it’s the same noxious byproduct of oil refining that smells like rotten eggs. But the body makes its own supply of the stuff, which acts as an antioxidant and transmits cellular signals that relax blood vessels and increase blood flow.

In the latest study, performed at the University of Alabama at Birmingham, researchers extracted juice from supermarket garlic and added small amounts to human red blood cells. The cells immediately began emitting hydrogen sulfide, the scientists found.

The power to boost hydrogen sulfide production may help explain why a garlic-rich diet appears to protect against various cancers, including breast, prostate and colon cancer, say the study authors. Higher hydrogen sulfide might also protect the heart, according to other experts. Although garlic has not consistently been shown to lower cholesterol levels, researchers at Albert Einstein College of Medicine earlier this year found that injecting hydrogen sulfide into mice almost completely prevented the damage to heart muscle caused by a heart attack.

“People have known garlic was important and has health benefits for centuries,'’ said Dr. David W. Kraus, associate professor of environmental science and biology at the University of Alabama. “Even the Greeks would feed garlic to their athletes before they competed in the Olympic games.'’

Now, the downside. The concentration of garlic extract used in the latest study was equivalent to an adult eating about two medium-sized cloves per day. In such countries as Italy, Korea and China, where a garlic-rich diet seems to be protective against disease, per capita consumption is as high as eight to 12 cloves per day.

While that may sound like a lot of garlic, Dr. Kraus noted that increasing your consumption to five or more cloves a day isn’t hard if you use it every time you cook. Dr. Kraus also makes a habit of snacking on garlicky dishes like hummus with vegetables.

Many home chefs mistakenly cook garlic immediately after crushing or chopping it, added Dr. Kraus. To maximize the health benefits, you should crush the garlic at room temperature and allow it to sit for about 15 minutes. That triggers an enzyme reaction that boosts the healthy compounds in garlic.

Garlic can cause indigestion, but for many, the bigger concern is that it can make your breath and sweat smell like…garlic. While individual reactions to garlic vary, eating fennel seeds like those served at Indian restaurants helps to neutralize the smell. Garlic-powder pills claim to solve the problem, but the data on these supplements has been mixed. It’s still not clear if the beneficial compounds found in garlic remain potent once it’s been processed into a pill.

...

P.S.: clove - s. dente de alho;

sábado, 29 de março de 2008

A inflação anual no ZIMBABWE é de 150 000% !

 

A man counts a big stack of money to buy some bananas in Harare, Zimbabwe

A man counts a big stack of money to buy some bananas in Harare, Zimbabwe. Photograph: Alexander Joe/AFP/Getty images

Esta nota, de 10 milhões de dólares do Zimbabwe (Z dólares), nem sequer dá para comprar um hamburguer, que custa a módica soma de 15 milhões de Z dólares. Mas há outra curiosidade. Se reparar bem na imagem, verá que o Zimbabwe introduziu a particularidade da emissão de notas que se extinguem passado algum tempo. Na nota em questão, se o orgulhoso portador da nota dos 10 milhões quiser usufruir do seu pequeníssimo poder de compra terá que o fazer até 30 de Junho. Depois dessa data, a nota não vale nada. Pode deitá-la fora. Pode queimá-la. Pode até utilizá-la como papel de parede. Para comprar coisas é que não.

Referencia: http://www.guardian.co.uk/world/2008/mar/10/zimbabwe.inflation

e Revista Sabado nº204

e http://desmitos.blogspot.com/2008/02/nota-de-dez-milhes.html

sábado, 22 de março de 2008

EDUCAÇÃO...

No fórum Think Finance temos uma discussão interessante sobre a Educação, com algumas opiniões sobre o vídeo: Professora tira telemóvel a aluna.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Web Design

Devemos ou não usar Flash? Sim, mas apenas onde ele é necessário!

In "Web Design":

Web 2.0 sites don't have to be Flash. In fact, some people would argue that Flash isn't Web 2.0 at all. Most people feel now that a site is Web 2.0 if it uses modern technology, like Ajax and SOAP, to create a site that is a "platform" or an application, rather than just an information source or entertainment. For example, Gmail is a Web 2.0 application, while the Lexus site in his question is a Flash entertainment/information site.

Flash is a very powerful tool. It offers a lot of benefits to companies that want to provide video and animation on their sites. But it also offers some extreme drawbacks.

One of the biggest drawbacks is the difficulty in optimizing pages for search. Skyphoxx did not say what search terms he used to find the Lexus site, so it's hard for me to say how that site is optimized. When I look at the code, there is almost nothing on that site that would make it friendly to search engines. If it is ranking well, it's probably for either a very uncommon keyword phrase or simply because it's on the Lexus site, and so gets some priority from that. In my 95 SEO Tips and Tricks article, I recommend avoiding using Flash because search engines don't read them well. The best way to fight this is to create everything that is in Flash in an alternate site - so that search engines and anyone else who doesn't read Flash will still see the content.

Another thing to consider is that Flash isn't well-liked by many segments of the Web community. While animators tend to like Flash, people who visit my site tend to dislike it. If you really must create an all-Flash site (rather than using it for specific elements, like video), you should do a lot of user testing to make sure you aren't losing customers because they don't like Flash.

More Resources

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Intel Skulltrail - The Power of 8 Cores

In "Tom's Hardware":

Intel D5400XS With Quad-Channel

The Skulltrail system consists of eight physical processor cores that can be (over)clocked at speeds up to 4 GHz. We're sure marketing -minded people would love to advertise this as a 32-GHz system, but that would obviously be inaccurate. The motherboard sports two socket 771 processor sockets, each equipped with a quad-core CPU. Intel already demonstrated this platform at its last Intel Developer forum in San Francisco, as you can read here.

Upon closer inspection, it turns out that Intel must have been under immense pressure when developing this new platform, though. Apparently Intel feared that AMD's quad-core Phenom CPUs, which had at the time not yet been released, would catch up to or even outpace the Penryn. Of course, ever since the publication of the article "AMD Phenom-The Spider Weaves its Web," the world knows that AMD is still trying to iron out some kinks in its newest CPU.

Ver o artigo completo em: http://www.tomshardware.com/2008/02/06/intel_skulltrail_part_1/

http://www.tomshardware.com/2008/02/07/intel_skulltrail_part_2/

http://www.tomshardware.com/2008/02/08/intel_skulltrail_part_3/

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Escolas festejaram Carnaval (Porto Santo)

In "Jornal da Madeira": 02-02-2008
Desfile infantil marcou o início das comemorações
Escolas festejaram Carnaval na rua
As ruas de Porto Santo foram ontem pela manhã inundadas de muita cor e animação com o desfile do cortejo alegórico das escolas do 1º Ciclo e Ensino Pré-Escolar da ilha. Ao todo, cerca de três centenas de crianças de quatro estabelecimentos de ensino emprestaram outra dinâmica a uma cidade que nesta altura do ano costuma andar muito calma. No cortejo para além de não faltarem os carros alegóricos, assistiu-se ao desfile de duas trupes com um tema definido. A escola da Camacha apresentou o tema da “Branca de Neve e os sete anões”, enquanto que a escola da cidade de Porto Santo trouxe a público a temática Histórias de encantar e suas fantasias. As outras duas escolas participantes, Campo de Baixo e Nossa Senhora da Conceição, optaram por não impor nenhum tema para que as crianças pudessem dar asas à sua imaginação na escolha dos disfarces. No final do cortejo houve lugar para um pequeno convívio na Praça do Barqueiro, onde não faltaram os tradicionais “sonhos”, uma iguaria própria da época, para delícia dos mais pequenos.
Por outro lado as comemorações do Carnaval irão continuar durante o fim-de-semana em diversos bares e estabelecimentos de diversão nocturna da ilha, que irão organizar festas temáticas com direito a regalias para quem estiver mascarado.
As comemorações do Carnaval 2008 encerram na terça-feira com o tradicional desfile do cortejo trapalhão. Para além das inúmeras sátiras que marcam este cortejo, na edição deste ano irão desfilar três trupes, com a particularidade de todas elas serem de Porto Santo. Assim, o corso carnavalesco terá no desfile e nas coreografias da Associação Cultural e Recreativa do Espírito Santo, do Centro Social e Cultural da Camacha e da Tribo RS/Escola de Dança, o seu ponto alto, que de certo encherão de cor e alegria as ruas da cidade de Porto Santo. A animação musical ficará a cargo de Marco Gil e as Hot Dancers e também do artista local Marcial.
 
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sábado, 8 de dezembro de 2007

Como prolongar o tempo de vida das baterias de Lítio!

O efeito de memória, ou seja o ficar "viciada".

No caso das baterias de lítio, esta regra não se aplica, portanto o andar a descarregar completamente e carregar apenas quando descarregada é completamente inútil e até prejudicial como vão verificar mais abaixo.
A bateria de lítio pode ser carregada qualquer que seja a sua carga actual.

Uma bateria de lítio admite 300 - 400 ciclos de carga/descarga. A bateria prefere uma descarga parcial em vez de uma descarga completa. As descargas completas frequentes devem ser evitadas. Por isso, carregue a bateria mais vezes. Não existe qualquer problema de efeito memoria quando se aplicam cargas não programadas.

As baterias dos portáteis contêm um medidor de capacidade que com o uso fica descalibrado. Alguns portáteis incluem na BIOS ferramentas para recalibrar a bateria o que não é mais do que uma descarga completa seguida de uma carga completa.
Portanto para calibrar o medidor, deve ser feita, em cada 30 carregamentos parciais, uma descarga completa seguida de uma carga completa.
Um medidor descalibrado pode levar a que seja indicado um valor errado da capacidade, desligando o PC quando a bateria ainda tem capacidade.

Será que se deve tirar ou não a bateria quando nos ligamos a corrente?

A resposta é: SIM e NÃO, depende dos casos.
Não prejudica ter a bateria a 100% de carga e estar com o adaptador AC/DC ligado, pois a bateria assim que chega aos 100% deixa de receber energia e é feito um bypass directamente para o sistema de alimentação do portátil.
Porém existe uma desvantagem em manter a bateria no portátil quando ligado à corrente, mas apenas, se esta estiver a sofrer aquecimento gerado pelo hardware do portátil.
Portanto:
Uso normal do portátil sem aquecer (na ordem dos 30~40ºC) -> manter a bateria
Uso intensivo que leva a um grande aquecimento -> retirar a bateria para que esta não aqueça·
O calor, aliado ao facto de estar a 100% de carga são o grande inimigo da bateria como se pode ver na tabela abaixo:

 

Quando se pretende conservar por longos períodos a bateria, esta deve ser feita com a carga da mesma a 40% e num local o mais fresco e seco possível.

O maior inimigo de uma bateria de lítio é o calor, e se a carga estiver a 100% pior.

 

Referencia: http://www.batteryuniversity.com/parttwo-34.htm

http://www.batteryuniversity.com/partone.htm

e  http://www.batteryuniversity.com/parttwo.htm

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Exposição da População aos Campos Electromagnéticos - há perigo ou não?

Em 2007 a Direcção Geral de Saúde divulgou um estudo intitulado: "Exposição da População aos Campos Electromagnéticos" , onde se afirma que:

A radiação electromagnética não ionizante não tem energia suficiente
para provocar uma ionização, mas, em função da sua frequência, é capaz
de induzir outros efeitos biológicos. A produção de calor foi a primeira a
ser identificada, contudo os estudos mais recentes revelaram outras
interacções biológicas. De tais factos, é importante perceber os possíveis
efeitos patológicos das ondas electromagnéticas.
Há efeitos térmicos e não térmicos resultantes da actuação dos CEMs
num organismo vivo.

O sintoma mais comum da exposição à radiação electromagnética é o aumento da temperatura dos tecidos.

Quando este aumento chega a valores entre 1º e 2ºC, dão-se vários efeitos:

Uma das zonas termicamente mais vulneráveis são os olhos, devido
à sua reduzida irrigação sanguínea, podendo conduzir à formação de
cataratas em situações de exposição aguda.

...

Foi determinado um limiar de exposição de 150 mW/cm2, para
além do qual aparece uma catarata. Não há evidência que este efeito
cataratogénico ocorra perante os níveis de radiação de uma exposição
crónica a hiperfrequências de fracas intensidades a que a população em
geral está exposta, sendo necessárias exposições de grande intensidade,
durante pelo menos 1 h para provocar esta doença.

O uso de óculos altera os efeitos físicos das radiações electromagnéticas.
As armações metálicas dos óculos podem funcionar como reservatórios de
calor, potenciando os efeitos térmicos.

...

Os efeitos principais não térmicos detectados, cuja súmula a seguir se
apresenta, não se limitam aos efeitos da exposição a partir de uma estação
de base de um sistema de comunicações móveis, dado que muitos deles
foram efectuados com base nas radiações emitidas por um telefone móvel.
Há, de facto, diferenças na exposição a um telefone móvel e a uma estação
base. A intensidade máxima do campo eléctrico existente na cabeça de um
indivíduo exposto às radiações de um telefone móvel pode atingir cerca
de 50 V/m
, enquanto no caso da exposição da população em geral a uma
estação base, a intensidade máxima do campo eléctrico nos locais de
exposição da população em geral raramente ultrapassa os 5 V/m. A potência
emitida por uma antena de uma estação de base é reduzida, e os níveis
de exposição decrescem aproximadamente com o quadrado da distância
em relação à fonte, de tal forma que, a uma distância de alguns metros,
os níveis de exposição são inferiores a uma percentagem razoavelmente
significativa dos limites de exposição ao público.

...

Dar a conhecer o risco é indispensável. Vive-se uma época de quase
poluição física por ondas electromagnéticas.
O indivíduo só poderá proteger-se se estiver informado. Reter a
informação não é forma mais adequada de procedimento. Uma informação
objectiva, séria e ponderada, multiplicando as fontes de informação e
protegendo a sua independência, reduz as desconfianças por parte das
populações e leva-as a adoptarem as medidas de protecção individual e
colectiva propostas pelos avanços científicos e tecnológicos. Não seguirão
assim as pessoas os arautos de desgraças que unicamente pretendem
vender este ou aquele material de hipotética protecção individual
, que
muitas vezes mais não é do que uma panaceia sem qualquer fundamento
científico, para lucros de uns quantos menos honestos.
Por fim, prevenir os riscos, suscitando acções impeditivas de possíveis
acidentes.
A informação é a primeira etapa da prevenção, sabendo-se que esta
começa no indivíduo, antes de se estender em seu redor. Basta um uso
criterioso do telefone móvel para reduzir o impacte dos CEMs na saúde
. É
aconselhado um afastamento prudente de quaisquer fontes importantes de
CEMs. Está-se aqui ao nível da responsabilidade de cada um na qualidade
do seu microambiente.

...

A utilização duma nova tecnologia apresenta vantagens importantes.
Mas não menos importante é a saúde das pessoas. E em matéria de saúde,
a racionalidade deve ser acompanhada de prudência, mesmo pecando por
excesso de precaução.
 

Um relatório do Bioinitiative Working Group:

Alerta que as tecnologias sem fios que usam radiofrequência para enviar e-mails e comunicações de voz e  são "milhares de vezes mais fortes do que os níveis identificados" estando associados a sintomas físicos, incluindo dores de cabeça, fadiga, sonolência, tonturas, alterações da actividade cerebral e falta de memória e concentração.
Os cientistas revelam que estes efeitos podem ocorrer mesmo com pequenos níveis de exposição, se acontecer numa base diária, sendo as crianças mais vulneráveis.

O relatório do Bioinitiative Working Group:  http://www.bioinitiative.org/report/docs/report.pdf

O estudo da Direcção Geral de Saúde:  http://www.dgs.pt/upload/membro.id/fich … 009084.pdf

Mais informações: http://news.bbc.co.uk/1/hi/health/3967073.stm

e http://news.bbc.co.uk/1/hi/health/4602315.stm

Telemóveis associados a maior risco de cancro

In "PUBLICO.PT"

Investigação publicada no American Journal of Epidemiology:

As radiações das ondas emitidas pelos telemóveis aumentam o risco de cancro das glândulas salivares, segundo um estudo de investigadores israelitas divulgado hoje pela AFP e publicado na edição de Dezembro da American Journal of Epidemiology.
O trabalho permitiu concluir que os riscos deste tipo de cancro são 50 por cento maiores para os utilizadores frequentes de telemóveis (22 horas por mês ou mais). O perigo aumenta se os utilizadores usarem frequentemente a mesmo lado (orelha) para a comunicação. “Os resultados sugerem que existe uma relação de causa efeito entre os telemóveis e o desenvolvimento de tumores nas glândulas salivares”, concluem os investigadores.
Num grupo de 460 doentes, 58 desenvolveram tumores malignos e em 402 foram detectados tumores benignos das glândulas.
A investigação foi liderada por Sigal Sadetzki, do centro médico Tel Hashomer de Tel Aviv e terá sido apoiada pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
A possível ligação entre o cancro e a utilização dos telemóveis tem sido muito estudada ao longo dos anos. Aparentemente, ainda não existem provas que permitam concluir que existe uma relação directa entre o aparecimento de tumores no cérebro e os aparelhos, no entanto, alguns especialistas defendem que devem ser aprofundados os estudos que se dediquem à utilização a longo prazo.

...

OS CAMPOS ELECTROMAGNÉTICOS

As emissões de campos electromagnéticos devem ser claramente diferenciadas entre emissões ionizantes e não ionizantes.
As emissões ionizantes correspondem, como descrito na Fig.1, a frequências elevadas, superiores a 1 milhão de GHz. As radiações emitidas a estas frequências dispõem de energia quântica suficiente para realizar a libertação de electrões dos átomos de matéria exposta a esta radiação (Ionização), podendo portanto quebrar ligações químicas e permitir o aparecimento de novas formações atómicas e moleculares.
As emissões não-ionizantes, com frequências mais baixas, como as usadas nas comunicações móveis (0.9 a 2.2 GHz), só dispõem de energia suficiente para provocar o aumento de temperatura dependendo da potência de emissão usada sem que se verifique qualquer alteração conhecida das formações celulares. Esta variação de temperatura tem um amplitude relativamente baixa e desprezável se comparada com outras variações de temperatura provocadas por factores naturais a que somos submetidos no nosso dia a dia.

Figura5

Fig.1 - Espectro electromagnético  

RECOMENDAÇÕES E REGULAMENTAÇÃO

A Comunidade Europeia publicou a directiva 1999/519/EC de 12 de Julho de 1999 estabelecendo os níveis máximos de exposição a campos electromagnéticos. Os limites estabelecidos são concordantes com os definidos pelo ICNIRP(International Commission on Non-Ionizing Radiation Protection).

Sistema de Comunicações Móveis

Intensidade do Campo Eléctrico E (V/m)

Intensidade do Campo Magnético H (A/m)

Densidade de Potência(W/m2)

GSM 900 MHz

41.25

0.11

4.5

DCS 1800 MHz

58.33

0.16

9

UMTS 2000 MHz

61

0.16

10

Tabela 2 - Limites de Exposição a Campos Electromagnéticos

Referencia:

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1313057&idCanal=13

http://www.vodafone.pt/main/A+Vodafone/PT/ResponsabilidadeSocial/AntenaseSaudePublica/antenasesaudepublica.htm

Ver:

Noções Básicas sobre ondas electromagnéticas

Efeitos Biológicos da Radiação

Limites de Segurança

 
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